29 de janeiro de 2007

Nem só de brisa são feitas as férias



E no caso desta cidade litorânea, a brisa passa só lá longe, além da baía, onde os navios acenam felizes em deixar para trás o torpor do mormaço de Santos.

Aqui as folhas das palmeiras não tremulam e nem sabiá algum arranja ânimo de assoviar. O calor aperta com seus braços úmidos e mornos os habitantes, querendo amansar seus passos, fatigar seus corpos e pausar suas consciências. Não há raciocínio profundo, nem especulação filosófica: há somente o calor.

E saber que apenas a distância de uma serra me separa dos dias amenos e das noites frescas. Por isso troco esse ar vaporizado e a areia quente pela montanha. Mas até lá, busco abrigo debaixo das cobertas, num quarto refrigerado.

Um comentário:

Carol Guasti disse...

Ah Mari nem me fale!
O vento abandonou nossa cidade, ele passa realmente longe... as vezes eu acho q ele r ida gente viu!

Eu amo ler o seu blog =D

bjuu!