23 de setembro de 2003

Bauru, cidade sem limites (de calor)



Ok, ei-lo novamente entre nós, aquele calorzinho enervante que uns tanto gostam e outros tanto repudiam (estou na segunda turma). Quando a onda térmica se aproxima, as providências urgem a serem tomadas. Sobrevivendo em Bauru. Eis a minha lista:
- filmes fotográficos: antes que as moléculas agitadas do ar quente cogitem em relar nos potinhos de filmes, são apressadamente embalados num saquinho para alimentos congelados, enfiados num velho (e limpo) pote de achocolatado e guardados na última prateleira da geladeira;
- lei da penumbra diurna: já que o sol sempre me presenteia com seus alegres raios que batem diretamente sobre o meu apartamento durante à tarde, o único remédio é passar o dia com a janela fechada (quando muito uma frestinha de nada);
- deu pau!: se existe alguém mais sensível que eu nessas questões térmicas, é o meu computador. Principalmente nas vésperas de entrega de trabalhos. Solução: conversar com o professor sobre a possibilidade de fazer os trabalhos em papel almaço e caneta bic;
- FPS: 50, sem dúvida alguma;
- garganta seca: água ué.

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